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O
mocó (kerodon rupestris) é também um pequeno roedor
nativo em fase de extinção, que a Fazenda Tamanduá cria
atualmente em cativeiro para fins de repovoamento, com
autorização do IBAMA. |
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Desde 1977, a Fazenda Tamanduá cria e
seleciona gado pardo-suiço, uma das raças mais antigas do
mundo, inicialmente com tripla aptidão : leite, corte e tração.
Rústicas,
as vacas se adaptaram muito bem ao duro clima do polígono da
seca, produzindo um leite com excelente teor de proteína, ideal
para a fabricação de queijos. Além do mais, a grande variedade
de gramíneas e leguminosas nativas, alimentam o gado em sua forma
natural na época das chuvas e na seca, através de ensilagem e
fenação, garantem ao leite aromas variados e incomparáveis. |
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Em
1997 iniciou-se a produção de queijos franceses, o Saint
Paulin e o Reblochon, e posteriormente um típico nordestino, o
Queijo de Coalho, sob a fiscalização do Serviço de Inspeção
Federal (SIF) do Ministério da Agricultura.
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Três
tipos de queijos são atualmente fabricados, sendo dois de origem
francesa, o Saint Paulin e o Reblochon, e um nordestino, o Queijo
de Coalho.
Os queijos franceses, sofisticados, são maturados demoradamente
em câmaras especiais com temperatura e higrometria controladas
antes de serem comercializados. |
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Em 1990 foram plantadas 27 hectares de
mangueiras enxertadas de variedades Tommy Atkins e Keitt,
irrigadas por gotejamento, utilizando a parca água dos
açudes. Desde 2000 as mangas são exportadas para
Europa, fiscalizadas pelos representantes do Ministério
da Agricultura, acondicionadas num packing-house
construído na própria Fazenda, garantindo uma total
rastreabilidade |
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Em 1998, a Mocó Agropecuária
Ltda., resolveu seguir as trilhas da agricultura e
pecuária orgânica, acompanhando as normas do Instituto
Biodinâmico de Botucatu, conseguindo a certificação
orgânica para a cultura de manga e para produção de
leite e queijo.
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