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Além das pesquisas com o Jatropha Curcas L. e a Espirulina, o Instituto Fazenda Tamanduá estuda e procura plantas forrageiras como fontes alternativas de protéina para alimentação animal. De fato no sertão tem fartura de protéinas durante a estação chuvosa, mas com a seca, as alternativas são muito raras. Dois arbustos estão sendo estudadadas : * a Flor de cera (calotropis procera L.). Altamente resistente a seca, plantada adensada, cortada duas vezes ao ano, ela oferece uma quantidade de forragem interessantíssima por hectare e um teor de protéina interessante. Triturada ela é fornecida imediatamente aos animais, ou pode ser secada e armazenada. * a Moringa (moringa oleifera Lam.). Plantada adensada, ela oferece também uma alternativa original de forragem. Triturada é aceita sem problemas pelos animais e pode ser fenada. |
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Um início de reflexão está sendo feito também
na utilização do óleo de oiticica (licania rigida, Benth.), árvore
típica e frondosa da mata ciliar do sertão. Este óleo poderia ser uma alternativa para vários usos como biodiesel, biolubrificante ou cosmético. Constatando que muitas matas ciliares do semi-árido foram destruidas e necessitam ser reconstituidas, pode-se pensar num projeto de reflorestamento destas matas com uma boa concentração de oiticicas, apresentando assim também uma opção de renda economicamente viável para os fazendeiros, além da possibilidade de emitir certificados de carbono numa visão do Protocolo de Kyoto. |
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