Praticando a sustentabilidade - Praticando a sustentabilidade


Todos os produtos da Fazenda Tamanduá atendem às Normas de Produção DEMETER, selo para agricultura biológico-dinâmica.

A Agricultura Biodinâmica foi difundida a agricultores pelo seu criador austríaco Rudolf Steiner, na forma de conferências em 1924 em Kuberwitz, Alemanha. Steiner foi organizador da obra científica de Goethe, nascendo daí a semente de desenvolvimento da Antroposofia abrangendo as áreas de filosofia, pedagogia, medicina, artes, agricultura, psicologia, música, ciências naturais, botânica, e economia. A partir disso, a Agricultura Biodinâmica surgiu e hoje é praticada no mundo todo.

Trata a Fazenda como um organismo agrícola, proporcionando a integração das várias atividades da propriedade -  animal/vegetal, as pessoas e o ambiente que a cerca – para a produção de um alimento equilibrado em sua formação biológica, nutricional e com os ciclos cósmicos. Busca uma relação saudável entre campo e cidade, através da criação de condições para uma agricultura orientada no equilíbrio entre produtor e consumidor. Não se utilizam fertilizantes químicos sintéticos, herbicidas, fungicidas, sementes transgênicas, hormônios ou antibióticos.

DEMETER é a marca mundialmente reconhecida dos alimentos provenientes da agricultura biodinâmica.

 
MANGAS TOMMY E KEITT BIODINÂMICAS

As mangas da Fazenda Tamanduá são produzidas a partir de mangueiras enxertadas das variedades Tommy Atkins e Keitt que frutificam no baixio do Riacho da Conceição na própria fazenda.

Estas mangas receberam a certificação orgânica no ano 2000 e DEMETER para produto biodinâmico em 2004, através do Instituto Biodinâmico, IBD.

A Fazenda Tamanduá também tm acordos de suprimentos com produtores integrados de pequeno porte, sediados nos Municípios de São José do Bomfim, Catingueira e Catolé do Rocha, que são orientados e certificados para a agricultura biodinâmica.

 

Além destas áreas a Fazenda Tamanduá arrendou pomares de mangueiras na região, nos municípios de Itaporanga e Pedra Branca. Todas são portadoras da certificação DEMETER.

A maior parte das frutas é exportada in natura, utilizando uma infra-estrutura própria que comporta um packing house  certificado pela GLOBAL GAP (Sistema Integrado de Garantia da Produção) e a outra vai para a o mercado nacional brasileiro. As frutas maduras demais, estragadas, casca e caroço, acabam servindo de alimento na cocheira do gado, criando-se assim o ciclo de reciclagem e reaproveitamento de matéria orgânica na propriedade.

 

Além da certificação voluntária pelo IBD, também o Ministério da Agricultura fiscaliza o cumprimento das normas legais durante todo o processamento da fruta na fazenda e nos embarques para o exterior do Brasil, realizados por via marítima pelo Porto de Natal (RN).

A adubação das mangueiras é realizada com composto orgânico feito na fazenda, reciclando o esterco de gado da própria Fazenda como fonte de nitrogênio acrescentando Jurema-Preta (arbusto espinhoso nativo), Algaroba ou poda das mangueiras, trituradas como fonte de carbono, além de MB4 e fosfato da Bahia, fontes ricas em minerais. A produção de composto pioneiramente efetuada a partir de resíduos lenhosos, bem como a adição de gordura animal, resíduo da produção de queijos faz parte de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal Rural do Pernambuco. (Veja mais informações sobre Composto Orgânico em Responsabilidade Ambiental)

 
QUEIJOS BIODINÂMICOS
Em 2001 a produção leiteira e os queijos da Fazenda Tamanduá foram pioneiramente no Brasil certificados pelo IBD como Queijos Orgânicos.  Recebeu a certificação e logo em seguida, iniciou-se o processo de venda dos queijos como orgânicos certificados
 

O leite é produzido por vacas de raça Parda Suíça, quase todas registradas, cuja rusticidade e adaptabilidade é reconhecida no sertão. Desde os anos 70 uma rígida seleção se faz na Fazenda afim de manter estas características, procurando selecionar os animais mais adaptados as duras condições climáticas.

Quatro tipos de queijo são fabricados na Fazenda Tamanduá : três de origem européia, o Tipo Saint Paulin, o Tipo Reblochon e a Ricota, e um nordestino o Queijo de Coalho, inteiramente processados no laticínio da própria fazenda sendo fiscalizado pelo Serviço de Inspeção Federal SIF que permite a venda de produtos de origem animal e vegetal em todo o território nacional

 
Frente e verso das embalagens do primeiro laticínio certificado biodinâmico com SIF do Brasil
 
Ao contrário dos dois queijos frescos, o Tipo Saint Paulin e o Tipo Reblochon, são maturados por um tempo que varia entre 20 a 30 dias em câmaras especiais, cuja temperatura e higrometria são controladas, sendo escovados e revirados diariamente, antes de serem vendidos.
 

O queijo Tipo Saint Paulin tem origem francesa criado pelos monges Trapistas, regressando de exílio após a Revolução Francesa se instalaram num convento abandonado no sudoeste da França, que eles batizaram de Notre-Dame-du-Port-du-Salut. Lá eles começaram a produção de um queijo de leite de vaca para a comunidade, chamaram-no Queijo do Port-du-Salut. Após a visita do Reverendo Padre Abade que adorou o queijo e levou para um comerciante em Paris, sendo um grande sucesso comercial. Hoje em dia Saint-Paulin, este queijo é fabricado com leite pasteurizado e caracterizado por sua cremosidade e delicadeza.

O queijo Tipo Reblochon é um tradicional queijo francês das montanhas de Savoie, situadas entre a França, Suíça e Itália. A origem de seu nome vem do dialeto da Savoie “reblochi”, que significa “ordenhar mais uma vez “. De fato os vaqueiros ordenhavam as vacas uma primeira vez, na presença do dono e após a saída dele, voltava, a ordenhar a tirar o leite. Esta segunda retirada era utilizada para produzir pequenos queijos, fáceis de serem escondidos. Na Fazenda Tamanduá ele é produzido com leite integral biodinâmico pasteurizado de vaca e após 4 semanas de maturação o queijo apresenta uma pasta de cor marfim clara, fina e lisa, apresentando alguns furos redondos e brilhantes, crosta firme.

 









Saint Paulin na câmara de maturação
 

A Ricota é um queijo cuja produção foi aprovada tanto pelo SIF como pelo IBD. Originaria da região mediterrânea e do sul da Itália, a Ricota é um produto suave e cremoso, com uma textura delicada e agradável, de gosto neutro podendo ser misturado com alimentos doces ou salgados. Produto fresco de alto valor nutritivo, de elevada digestibilidade a Ricota pode ser mais tolerável por pessoas que não gostam de leite e recomendada nas dietas alimentares e para diabéticos.  

Segundo a Portaria n° 146 de 07/03/96 do Ministério da Agricultura, a ricota pode ser classificada como um produto magro (10 a 25% de gordura e de alta umidade (nunca inferior a 55%). Obtida a partir do soro de leite pela precipitação de proteínas por aquecimento e acidificação, ela permite um aproveitamento do soro dos queijos produzidos na Queijeira da Fazenda Tamanduá.

 
Chegada do leite fresco à recepção na Queijeira. Pasteurização. Fabricação da Ricota
 

Típicamente do sertão nordestino brasileiro, o Queijo de Coalho surgiu com a necessidade dos viajantes, ao realizarem longas jornadas, acondicionarem o leite nas mochilas (matulão) fabricadas a partir do estômago de animais jovens. Com isso, observaram que o leite coagulava, e que a massa era muito saborosa, dando origem ao "Queijo de Coalho".

Até recentemente, estes queijos eram obtidos de leite cru e, quando maturados, eram expostos ao sol e ao sereno da noite sertaneja.No entanto, este produto pode ser processado de formas variadas, de acordo com as microregiões nordestinas. O queijo de coalho biodinâmico da Fazenda Tamanduá é fabricado com leite integral pasteurizado, obtendo uma massa que é prensada, dessorada, salgada e consumida fresca ou maturada (de 3 a 5 dias).

 
 

Este queijo pode ser consumido cru acompanhando de doces ou geléias, bem como, assado na frigideira ou no espetinho.

Todas as instalações são fiscalizadas pelo Serviço de Inspeção Federal, SIF, do Ministério da Agricultura sob o n° 1312, que permite a Mocó Agropecuária de comercializar os seus produtos em todo o território nacional

 
MEL BIODINÂMICO
Pequena campânula do solo brotou.                                                                                                                           Surgiu prematura e abriu linda flor.
Vem uma abelhinha provando-a gentil.
Uma sem a outra jamais existiu.
GOETHE
 

As abelhas “Africanizadas” do gênero Apis são obtidas a partir de enxames migratórios capturados na própria fazenda na época das chuvas. A cera alveolada fundamental para o desenvolvimento da apicultura biodinâmica, é produzida no Entreposto de Mel e Cera na Fazenda a partir das nossas próprias abelhas.

Na Fazenda Tamanduá, a pastagem apícola possui grande diversidade de espécies vegetais silvestres, típicas da Caatinga sertaneja, naturalmente rica e bem diversificada, proporcionando méis de excelente qualidade, com densidades, cheiros, colorações e sabores específicos para cada espécie. As principais floradas “velame, marmeleiro e malva preta” ocorrem nas épocas das chuvas, oferecendo sempre a predominância de uma planta durante o período de sua floração. No período ou na estação seca ocorre à floração de outras espécies silvestres que servem de alimentação e/ou manutenção para as abelhas, por exemplo: manga, jurema preta, angico, juazeiro, pereiro e entre outras.

 
 
Abundânica de pasto de Malva Preta na época seca. Detalhe da abelha buscando alimento na Oiticica. Detalhe da produção de própolis na colméia.
 
Dezesseis apiários, comportando em média 20 colméias cada um, são localizados dentro da propriedade, perto de reservatórios de água.
 
 
Nossos apiários estão localizados a um raio de proteção de no mínimo 3 km de qualquer agricultura convencional, ou seja, distância que nos garante que o néctar coletado pelas abelhas seja livre de qualquer produto químico. Pois para a certificação biodinâmica, a rastreabilidade do produto final é uma grande preocupação, tendo em vista que o mel precisa ser oriundo da flora silvestre da propriedade e que sejam aplicados anualmente os preparados biodinâmicos.
 
QUE SERIA UM MEL BIODINÂMICO?

Entende-se por mel biodinâmico o produto certificado, produzido pelas abelhas a partir do néctar das flores sem qualquer resíduo químico, não ser aquecido a mais de 37,5º C, não ser filtrado sob pressão e no manejo das colméias são realizadas aplicações de preparados biodinâmicos, buscando um equilíbrio da biodiversidade do ambiente

Segundo Rudolf Steiner “as plantas retiram das profundezas da terra os sais minerais e banhadas pelo sol conferem cor, sabor e cheiro ao néctar depositado em suas flores, as abelhas acrescentam valores de vida a este néctar e doçura ao mel e o apicultor é o artista generoso que em dias ensolarados coleta e entrega esta doçura aos seres humanos.” Assim com esta visão, produzir mel biodinâmico é colocar à disposição das pessoas o mais puro fruto do trabalho destes animais.

 

As qualidades organolépticas do mel biodinâmico da Fazenda Tamanduá, além de ser o único mel biodinâmico a ser produzido com flora predominante, tem feito deste produto um grande sucesso no mercado consumidor cada vez mais exigente em qualidade dos alimentos.

O Entreposto de Mel e Cera de Abelhas, bem como as ferramentas utilizadas no processo de coleta, decantação, filtração e envasamento foram aprovados pelo Serviço de Inspeção Federal, SIF, do Ministério da Agricultura, sob o n° 1867, garantindo uma comercialização em todo o Brasil. 

A comercialização é feita em recipientes de vidro de 300g e Baldes Plásticos de 25kg para maiores volumes, sendo o único mel que além de ser proveniente da Agricultura Biodinâmica, tem no rótulo a descrição de qual florada predominante é proveniente, permitindo a escolha do consumidor.

 
Diferenças da cor no mel de acordo com a florada: Velame, Marmeleiro e Malva Preta, respectivamente.
 
A Fazenda Tamanduá resolveu também divulgar o trabalho da apicultura biodinâmica com pequenos produtores e em Janeiro de 2004, firmou uma parceria com pequenos agricultores da região do Vale das Espinharas. Hoje 13 apicultores especialmente treinados, acompanhados e certificados trabalham com a Fazenda que garente preços decentes e acesso ao mercado além de uma qualidade inegalável. Estes pequenos produtores estão localizados nos municípios de Patos, Santa Teresinha, São Mamede, São José de Espinharas e Piancó. (Veja mais no link Responsabilidade Social)
 
LEITE DE CABRA BIODINÂMICO

Um rebanho de cabras leiteiras da raça Pardo Alpina produz leite certificado biodinâmico na Fazenda Tamanduá, numa área dedicada à estes animais com cocho coberto, área de pastagem aberta, piquetes para gestantes, sala de ordenha, sala de recepção e pasteurização do leite e sala de armazenagem do leite pasteurizado.

Este leite pasteurizado, ensacado e congelado, tem registro no Serviço de Inspeção Estadual. A venda é efetuada em grande parte para o programa de distribuição da Prefeitura de Santa Terezinha, principalmente para a creche, a maternidade e as famílias de menor poder aquisitivo do município e a outra parte é comercializada nas padarias de cidade de Patos e João Pessoa.

 
O Leite de Cabra Luana recebeu certificação DEMETER em 2006 após a ultima inspeção do IBD e é o primeiro Leite de Cabra biodinâmico do Brasil.
 
 
A farmacopéia sertaneja esta sendo utilizada com sucesso para o controle da verminose, utilizando a batata de purga, raiz nativa, e uma rotação rápida nos piquetes.
 
REPRODUTORES, VACAS E NOVILHAS DE RAÇA PARDO SUÍÇA

Com um rebanho da raça Pardo Suíço (Schwytz), oriundo de uma seleção de mais de 30 anos (desde 1977), procurando dar ênfase a produção leiteira, mas sempre preservando ao máximo a rusticidade original da raça, uma das mais antigas e puras do mundo, a Fazenda Tamanduá disponibiliza reprodutores, vacas e novilhas de alta linhagem, perfeitamente bem adaptadas ao clíma semi-árido.

Além da pastagem nativa melhorada com capim buffel, cenchrus ciliaris, ou corrente, urochloa, as vacas recebam capim mandante ou andré-quicê, in natura ou fenado, plantado nas vazantes, silagem de sorgo forrageiro realizado na Fazenda durante o período chuvoso. A ração balanceada formulada a partir de milho plantado na fazenda e vagens de algaroba, inclui fontes de proteínas não orgânicas dentro das normas autorizadas pelo certificador.

Conscientes desta limitação devida ao clíma do sertão, estamos pesquisando fontes de proteínas alternativas que possam ser produzidas na região, como a spirulina, a flôr de cêra, a favela sem espinho, a leucena ou a moringa.

 
Pastagem nativa na Fazenda Tamanduá. Vacas Pardo Suiço
 

Estes animais, registrados na Associação Brasileira de Criadores de Gado Pardo Suíço com perfeita rastreabilidade, têm uma genética que propicia uma produção de leite com alto teor de sólidos, a partir do qual são fabricados os queijos biodinâmicos.

As vendas são efetuadas tanto diretamente na própria fazenda, ou através de leilões, o último tendo ocorrido em Piancó, PB.

 
Vaca Pardo Suíço. Ordenha. Bezerros Pardo Suiço aos 90 dias aproximadamente
 
ARROZ VERMELHO BIODINÂMICO
 
A Fazenda Tamanduá produz pioneiramente um produto nativo de alta qualidade nutricional por ser um alimento rico em proteína e processado de forma integral (baixa industrialização), o arroz vermelho biodinâmico (Oriza sativa L.).
 

Trate-se do resgate de uma variedade histórica cuja cultura foi até proibida no Brasil em 1772 pelo Governador do Maranhão Joaquim de Melo e Póvoas, sob o risco de sofrer as seguintes penas : “Homens livres : um ano de cadeia e pagamento de uma multa de Rs. 100.000 (cem mil réis), sendo metade destinada às obras públicas a outra metade para o denunciante; Escravos : dois anos de calceta com surras interpoladas nesse espaço de tempo; Índios : só dois anos de calceta” ! Esta proibição durou perto de 120 anos e fez quase desparecer esta variedade, que sobreviveu migrando principalmente para os sertões da Paraíba, Bahia e Minas Gerais.

O arroz vermelho, arroz-de-Veneza, ou arroz-da-terra, oriundo do Sudeste Asiático foi importado via Veneza, para o Brasil, mais precisamente no Estado do Maranhão, pelos Açorianos no século XVII. 

Este produto de alto valor nutricional está produzido irrigado nas terras das Águas da Tamanduá, no Município de Aparecida, sertão da Paraíba. As sementes nossas são oriundas de melhoramento genético feito pela EMBRAPA Meio-Norte, sob a orientação do Dr. José Almeida Pereira. Temos um Convênio com a EMBRAPA e testamos vários cultivares que vão permitir de salvar definitivamente esta especiaria.

 
Plantio de arroz vermelho. Colheita. Produto final
 
Atualmente o arroz vermelho ganha espaço nas pesquisas orízicolas e a Fazenda Tamanduá vem a valorizar e difundir a preservação deste valioso patrimônio genético secular, cultural e alimentar.
 
MINI MELANCIA E MELÃO SANCHO ORGÂNICOS

Quando as condições climáticas o permitam (açudes cheios) a Fazenda Tamanduá aproveita o seu baixio para plantar Mini Melancia e Melão tipo Sancho (pele de sapo) irrigados por gotejamento e certificados pelo IBD.

Estes frutos são exportados e também vendidos no mercado nacional nos principais supermercados de Natal, Recife e João Pessoa.

 
Plantio de mudas. Muda de mini melancia orgânica e fruta no campo. Produção pronta para transporte.
 
Esta cultura se mostra adaptadas ás condições de solo e clima da região, tendo seu cultivo dentro das Normas de produção orgânica.
 
Os trabalhos de pesquisa e desenvolvimento continuam focados na reciclagem de toda a matéria orgânica na propriedade para a produção de composto, aplicando os preparados biodinâmicos, pesquisando a farmacopéia veterinária sertaneja, adaptando sistemas culturais esquecidos, procurando novas alternativas de energia e cultura, treinando colaboradores e recebendo estagiários do mundo todo, resgatando cereais esquecidos como o arroz vermelho, a fim de viabilizar cada vez mais o serão nordestino.
 
A Fazenda Tamanduá fica feliz em saber
que seus produtos pioneiros no Brasil são alimentos produzidos de forma harmônica com o meio ambiente, com responsabilidade social e com garantia de alta qualidade nutricional.
Fotos e Textos: Fernanda Freire e Pierre Landolt
Revisão: Pierre Landolt
 
 

Entre em contato

Fazenda Tamanduá
Caixa Postal 65 - Patos / Paraíba - CEP 58700-970  - Brasil
Tel.(83)3422-7070    Fax(83)3422-7071