QUEIJOS ORGÂNICOS
Os queijos orgânicos da Fazenda Tamanduá são certificados pelo IBD.

Coalho

Típicamente do sertão Nordestino Brasileiro Brasil, o queijo de coalho surgiu com a necessidade dos viajantes, ao realizarem longas jornadas, acondicionarem o leite nas mochilas (matulão) fabricadas a partir do estômago de animais jovens. Com isso, observaram que o leite coagulava, e que a massa era muito saborosa, dando origem ao "Queijo de Coalho".

Até recentemente, estes queijos eram obtidos de leite cru e, quando maturados, eram expostos ao sol e ao sereno da noite sertaneja.
No entanto, este produto pode ser processado de formas variadas, de acordo com as microregiões nordestinas. O queijo de coalho da Fazenda Tamanduá é fabricado com leite integral pasteurizado, obtendo uma massa que é prensada, dessorada, salgada e consumida fresca ou maturada ( de 3 a 5 dias).

Apresenta crosta fina nos queijos frescais, espessa nos maturados e uma consistência macia. Este queijo pode ser consumido cru acompanhando doces ou geléias, bem como, assado na frigideira ou no espetinho.

Reblochon

É um queijo Tradicional Francês das montanhas da Savoie, situadas entre a França, a Suíça e a Itália. O nome Reblochon aparece pela primeira vez num contrato escrito em 1704, fazendo dele um dos mais antigos queijos franceses conhecidos. A origem do seu nome vem do dialeto da Savoie "reblochi", que significa "ordenhar mais uma vez".

De fato os vaqueiros ordenhavam as vacas uma primeira vez, na presença do dono, e após a saída dele, voltavam a tirar leite. Este era utilizado para produzir pequenos queijos, fáceis de serem escondidos, cujo nome ficou conhecido como Reblochon.

O Reblochon é fabricado com leite integral orgânico pasteurizado de vaca e após 4 semanas de maturação o queijo apresenta uma pasta de cor marfim clara, fina e lisa, com alguns furos redondos e brilhantes, com uma crosta firme. Como aperitivo, antes da sobremesa, acompanhando bebidas quentes ou geladas, o Reblochon é um queijo versátil.

Saint Paulin

Em 1815um grupo de monges Trapistas, regressando de exílio após a Revolução Francesa, durante a qual as congregações religiosas sofreram perseguições, se estabeleceu em Port-Ringeard num convento abandonado, fundado em 1233 no departamento de Mayenne, sudoeste da França. Eles batizaram este lugar Notre-Dame-du-Port-du Salut. Ali os Trapistas começaram a produção de um queijo de leite de vaca para a comunidade e o denominaram Queijo do Port-du-Salut. Em 1º de setembro de 1873, numa ida a reunião de um Capítulo Geral em Paris o Reverendo Padre Abade levou o Port-du-Salut para um comerciante que, achando o queijo excelente, resolveu divulgá-lo e vendê-lo em Paris.

Foi um grande sucesso comercial. Hoje em dia denominado Saint-Paulin, este queijo é fabricado com leite pasteurizado e caracterizado por sua cremosidade e delicadeza, mantendo sua forma e firmeza que lhe permitem fácil conservação.

Estes queijos após, no mínimo, 4 ou 5 semanas apresentam um aspecto amarelado com uma crosta firme, e interiormente uma massa amanteigada, macia e saborosa. Normalmente, o queijo Saint Paulin é consumido como aperitivo, acompanhando bebidas quentes ou geladas

Queijos orgânicos são absolutamente isentos de aditivos químicos
Ao consumir queijo orgânico, além de contribuir indiretamente para preservar o meio ambiente você estará oferecendo à sua família um alimento puro, natural e isento de qualquer produto nocivo à sua saúde, proporcionando qualidade de vida.

Web Design 2A2